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Em toda parte por onde caminho, encontro os mesmos sinais de tédio: assombro e pasmo. Tem sido cansativo como os cantochões. As coisas falam por si mesmas, mas permanecem estes sinais nos rostos de muitos. E a impossibilidade de ouvirem “O Registro dos Discursos do Penhasco”, largando ambas as mãos da encosta. E as coisas continuam falando [imagens ou efígies evocatórias], mesmo quando se evita o salto súbito. E quando falam que essas coisas que falam não dizem muito, tanto melhor. Porque dizem mais.












Marcelo Novaes